sábado, 13 de fevereiro de 2010
Sonhos.
Nem sempre precisamos de um motivo aparente. A felicidade, as vezes parece ter vontade própria, nos invade quando menos esperamos, ou quando esperamos. O que esperar quando estiver triste? Ela realmente virá? E se não vier? Simples, eu tenho a receita pra fazê-la em casa, o forno ta aceso? E agora onde eu guardei a receita? Reflito. Sento, espero. Pelo que esperar, afinal? Lembro. Durmo. Achei!
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